MERCADO HOJE - INTERNACIONAL: TURBULÊNCIA PRENUNCIADA

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Mercados...Mercados asiáticos encerraram com viés predominantemente negativo, com bolsas de Tóquio, Hong Kong e Xangai recuando 0,9%, 1,1% e 0,8%, respectivamente. Na zona do euro, índices de mercado iniciaram as negociações com o mesmo viés verificado durante os pregões asiáticos: o Stoxx 600, índice que abrange uma gama de ativos ao redor do continente europeu, recua 1,2% até o momento. Na contramão, futuros de NY apresentam uma trajetória de recuperação, após piora de sentimento na tarde de ontem prejudicar o desempenho dos principais índices do país. Simultaneamente, o dólar (DXY) opera estável contra seus principais pares. Por fim, no plano das commodities, ativos operam com tendência baixista. O preço do petróleo (Brent Crude) recua 0,6%, voltando a ser negociado próximo dos R$ 42,50/barril.


Turbulência...Ativos de risco operam mistos na manhã desta 3ªf, com bolsas europeias em queda enquanto futuros nos EUA esboçam uma ligeira recuperação após a forte virada de tendência verificada na tarde de ontem. Principal responsável pela piora, o anúncio de que a California estaria voltando a encerrar a atividade de restaurantes como resposta ao avanço da pandemia na região promoveu um movimento de maior cautela por parte dos investidores. Como temos reforçado no Mercados Hoje, o ressurgimento da pandemia de forma agressiva nos estados do sul e do sudeste nos EUA, além de outras regiões ao redor do mundo, ainda configura o principal risco de curto prazo para o crescimento econômico global. Em geral, o cenário promete turbulência: o mercado precifica uma recuperação rápida com trajetória linear até o momento, elevando os preços (valuations) e deixando as bolsas suscetíveis a oscilações frente à manutenção da pandemia, às tensões geopolíticas e às eleições presidenciais nos EUA.


Balanços em pauta...Os grandes bancos americanos iniciam a temporada de resultados corporativos nos EUA, fato que tem investidores atentos ao detalhe não só aos balanços, mas às perspectivas das instituições para o final do ano. Assim, será possível ter uma ideia como o setor financeiro lidou com o pior da crise e em que pé os bancos entraram no segundo semestre de 2020. Hoje, o JP Morgan, o Citigroup e o Wells Fargo apresentam seus demonstrativos financeiros.

Fonte: Relatório GUIDE



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