MERCADO HOJE – NACIONAL – 30/07/2020

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Urgência para marco do gás natural: A Câmara do Deputados aprovou ontem um requerimento para dar ao projeto do marco regulatório do gás status de urgência. A alteração no regime de tramitação da proposta é um forte sinal que o projeto deve avançar pelo Congresso no curto prazo. O projeto também esteve entre as pautas destacas pelo presidente da Câmara dos Deputados na semana passada. Choque de energia: A intenção da proposta é reduzir o custo do gás, quebrar o monopólio da Petrobras e aumentar a participação do setor privado no setor. A inciativa faz parte do plano do Ministério da Economia de realizar um “choque de energia barata” para alentar o crescimento econômico. Guedes defende imposto digital: Ao lado do relator da reforma tributária, Aguinaldo Riberio (PP-PB), o ministro Paulo Guedes (Economia) voltou a defender um imposto sobre transações digitais. A intenção do governo é usar tal imposto para desonerar a folha de pagamentos, apesar do novo tributo já ser defendido como substituto ou redutor de vários outros impostos. Atualmente, a alíquota sendo sugerida é de 0,2% a 0,4%. Durante sua defesa do novo tributo, Guedes destacou a sua capacidade de “ampliar a base” que cria “uma incidência” para pessoais que não pagam outros tributos. Enfraquecimento de resistência entre parlamentastes: Apesar do relator não defender explicitamente a ressuscitação da CPMF, a sua presença ao lado de Guedes, enquanto o ministro defendia o novo tributo, é mais um sinal que o governo vem, aos poucos, reduzindo a ampla resistência à ideia. Non-compete político para juízes: Ontem, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), expressou seu apoio a uma “quarentena” para membros do Judiciário que pretendem se candidatarem a cargos políticos. A justificativa de tal proposta, defendida pelo ministro Dias Toffoli (STF), é evitar que atuação de juízes e procuradores seja contaminada por ambições políticas. Toffoli sugeriu um período de inelegibilidade de oito anos para os integrantes do Judiciário. Maia acha que tal projeto poderia ser votado no ano que vem. Mirando no Moro: Tal iniciativa tornaria inelegível (2022) o ex-ministro Sergio Moro, que abandonou o magistrado para integrar o governo Bolsonaro. Segundo uma recente enquete do instituto Paraná Pesquisas, em cenários que excluem a improvável candidatura do ex-presidente Lula, Moro é o nome com maior parcela (17,1%) de intenção de votos no primeiro turno após o presidente Jair Bolsonaro em 2020.Fonte: Relatório GUIDE

Sobre o fechamento do último pregão: Ibovespa: 105.605 (+1,44%) BR$/US$: 5,17 (+0,41%) DI Jan/27: 6,30% (+3 bps) S&P 500: 3.258 (+1,24%)

Fonte: Bloomberg. Obs.: a taxa de câmbio utilizada é a referência da Bloomberg



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