MERCADO HOJE – NACIONAL – 31/07/2020

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Governo prevê queda no de 4,7% em 2020: Segundo a mais recente apresentação do Ministério da Economia, a queda no PIB em 2020 dever se aproximar de 4,7%. Já o déficit primário deve superar R$ 812 bi, levando a dívida bruta do governo a 94,7% do PIB. A previsão da pasta econômica melhorou desde o início de julho, quando era esperado um déficit de R$ 828,6 bi e uma queda no PIB na magnitude 6,5%. Até o momento, os gastos com as ações de enfrentamento ao coronavírus já atingiram R$ 526 bi, mas estas ainda devem aumentar com a aprovação de novos projetos pelo Congresso até o final do ano. Maia promete não pautar projeto que flexibiliza teto de gastos: Em evento realizado pelo jornal Folha de São Paulo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prometeu não pautar qualquer projeto que visa flexibilizar o teto de gastos, mecanismo de contenção de gastos que limita aumento nos gastos do governo de acordo com a inflação do ano anterior. Enorme pressão: Maia confessou que existe uma “enorme pressão” para desfazer o teto e para aumentar o investimento público, mas garantiu que durante o seu mandato como presidente, que se encerra em 02/2021, esta demanda não será acatada. Em 2020, a expansão fiscal necessária para combater o coronavírus e sustentar a economia durante a quarentena foram possíveis por um orçamento paralelo, mas este só terá vigência até o final do ano. Chance zero de aumento de carga tributária: O secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues Junior, confirmou que existe “chance zero de aumento na carga tributária”. Segundo Waldery, esta é uma diretriz básica do governo. Apesar do compromisso do governo com o não aumente da carga tributária global, a reforma certamente aumentará a carga sobre alguns setores, produtos e serviços. Até então, o setor de serviços, que representa 60% do PIB brasileiro, aparenta ser o que mais será comprometido pela reforma, em especial com a criação do Contribuição sobre Bens e Serviço (CBS), produto da união dos tributos federais PIS e Cofins, que deve ter uma alíquota de +/- 12%. Viagens rodoviárias em SP caem 97% em junho: Segundo divulgação da Agência dos Transportes do Estado de SP (Artesp), as viagens rodoviárias no mês de junho encolheram 97% em comparação com o mesmo mês em 2019. Em valores nominais, a queda foi de 3,3 mi para 100 mil viajantes. Na comparação semestral entre os mesmos dois anos, o número de passageiros caiu pela metade (52,5%).Fonte: Relatório GUIDE

Sobre o fechamento do último pregão: Ibovespa: 105.008 (-0,56%) BR$/US$: 5,15 (-0,32%) DI Jan/27: 6,11% (-18 bps) S&P 500: 3.246 (-0,38%)

Fonte: Bloomberg. Obs.: a taxa de câmbio utilizada é a referência da Bloomberg


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